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Blog

Gugu, a obra do Satanás



Ontem à noite eu tava de boa aqui, aproveitando o meu carnaval (pra trabalhar).

Até que, durante uma espiadinha no Facebook, me deparo com o seguinte post no grupo do ICLS no Facebook:
 

=====
Já vi alguns cursos do Gugu, mas depois de ver esses comentários no facebook dele, vou ter que sair do grupo.

Como disse Jesus “em verdade, em verdade, vos digo: quem não entra pela porta no redil das ovelhas, mas sobe por outro lugar, é ladrão e assaltante”.

Esses ensinamentos de pluralismo religioso dele são verdadeira obra do satanás. A essa sabedoria dos homens eu dispenso, prefiro a loucura de Jesus que é ainda mais sábia que a sabedoria dos homens.
=====
 

O meu melhor argumento contra esse Cavaleiro da Ordem Facebookiana do Toddynho Morno é a foto dele mesmo.

Quem quiser ver é só acessar o post aqui:

http://icls.com.br/satanas

O meu segundo melhor argumento é um depoimento escrito pelo meu amigo Wellington Kramer:
 

=====
Lembrei-me de um fato ocorrido comigo onde tive a imediata percepção da influência do Gugu na minha vida.

Tempos atrás, ao sair da empresa onde trabalho, esperava pelo ônibus e, como de costume, lia algo. Estava lendo tranqüilamente no meu smartphone com o que resta da minha visão, quando de repente escutei uma voz: “Ô dotô … tem um trocado aí?” Quando ergui a cabeça para ver quem era, me arrepiei! Era uma das pessoas mais estropiadas que já vira até então. Não tinha um dos braços, apenas o toco logo abaixo do ombro, e a pele em seu peito e ombros estava toda repuxada, herança de uma grave queimadura.

Embora aquela cena fosse deprimente, paradoxalmente senti uma enorme alegria, tinha dinheiro no bolso, coisa rara, pois acabara de sacá-lo do caixa eletrônico. Ele pediu então que o colocasse no bolso de sua bermuda e foi embora. E eu fiquei ali pensando, “e tem gente que reclama da vida!”

E o que tem o Gugu a ver com isso?

O “algo” que lia era a biografia de São Francisco de Assis escrita por São Boaventura, “Legenda Maior”, indicada pelo Gugu. A ligação da pessoa que me pedira esmola com a vida de São Francisco era óbvia. Na hora lembrei-me da passagem do beijo que ele deu no leproso. Já vinha há algum tempo rezando e jejuando e, ocasionalmente, dando esmolas, conforme a tríade ensinada pelo Gugu “oração, jejum e esmola”.

Muitos podem dizer que isso é ensinado pela Igreja, que o crédito dado ao Gugu é exagerado. Não há exagero não! Comigo a coisa foi assim: nunca fui ateu, mas também nunca tinha “experienciado” a ação Divina. Melhor dizendo, nunca tinha tido a consciência da ação Divina na minha vida. Aquelas histórias eram narrativas, nas quais eu acreditava, mas que haviam se passado há muito tempo atrás, numa terra muito distante.

A verdade é que só comecei a ter essa consciência por intermédio do Prof. Olavo e do Gugu. Os padres que vira até então nunca despertaram em mim tal consciência. Pareciam apenas contadores de estórias da carochinha. Sempre via gente “burra” falando de Deus e pessoas “inteligentes” negando Sua existência.

Tudo começou a fazer sentido assistindo as suas aulas. As explicações sobre as passagens das escrituras ou sobre a vida dos santos foram demolidoras.

Até a própria presença física do Gugu se transformava. Numa das aulas dadas em Joinville, na casa do Marcos Alcântara, tive a clara percepção disso. O Gugu estava falando, sentado numa poltrona, e apresentava aquele aspecto pacífico, recatado, falando com a voz baixa. De repente, aos meus olhos, ao enfatizar o que falava, transformou-se, ou transfigurou-se, apresentando uma figura altiva, de realeza. Foi muito impressionante. Foi esta a impressão que tive e que guardei-a para mim, até agora.

Vou escrevendo esta e lembrando-me de muitas outras. Enfim, o Gugu me ensinou muito e fez com que incorporasse muitas coisas que já sabia mas não praticava. Soube com ele que religião é uma prática, não um conhecimento. Somente praticando certas coisas é que vamos tomando consciência, ou sendo infundidos pelo Espírito Santo, e de fato aprendendo. E quando se aprende se faz.
=====
 

Contra fatos não há argumentos.

Sacou?

Amiguinho, o dia que você conseguir gerar esse efeito na vida das pessoas, a gente abre um grupo no Facebook só pra discutir os seus ensinamentos.

Fechado?

Enquanto isso, a gente fica com os ensinamentos do Gugu no ICLS.

http://www.icls.com.br/assinatura

Meydjer Windmüller

Como deixar os seus filhos numa situação melhor que a sua



E os nossos Fihos?

O que será deles?

A gente vive hoje num ambiente anti-religioso.

Anti-familiar.

Anti-humano.

E a gente tem que fazer um esforço monstruoso pra sair da lama moderna e adquirir alguma humanidade.
 

Todo mundo fala em deixar os filhos numa situação melhor que a nossa.

Mas, geralmente isso tem uma conotação financeira.

E isso é bem ridículo.

Desde quanto alguém precisa de dinheiro para ser mais humano?

As pessoas precisam de outros seres humanos para serem realmente humanas.

E é aí que está o segredo.
 

Para deixar os nossos filhos numa situação melhor que a nossa, a gente tem que criar um ambiente onde elas possam crescer com pessoas que querem as mesmas coisas que a gente.

A alma das crianças precisa de um ambiente saudável pra poder crescer bem.

Como uma planta.

E existe um jeito certo de criar esse ambiente ideal para que os nossos filhos possam se tornar pessoas melhores que a gente (e quem sabe até santos, heróis ou sábios).

Esse jeito não é nada teórico.

Ele é constituído de coisas bem práticas, claras e definidas.

E é isso que o Gugu ensina na Parte 2 da aula “O simbolismo do coração”.

Disponível pra assinantes do ICLS.

http://www.icls.com.br/assinatura

Meydjer Windmüller

Existe cristianismo após o casamento?



Nem todo mundo nasceu pra mosteiro, convento ou seminário.

Graças a Deus.

Alguém tem que fazer filho pra que monges, freiras e padres continuem existindo.

Mas, dá pra conciliar vida cristã e casamento?

Dá.

Com um negócio chamado “Casamento Cristão”.

Casamento cristão não é o mesmo que “casar na igreja”.

Isso os seus pais já fizeram e, se eles forem como os meus, nem casamento existe mais. E, enquanto existiu, não era lá muito cristão.
 

Vamos falar a verdade:

Hoje em dia não existe nem casamento pagão, quanto mais casamento cristão.

Não existe nem amor humano, quanto mais amor cristão.

Amor canino existe.

Esse sim.

Na verdade, ele é que motiva os casamentos hoje em dia.

Mas, não dá pra transformar casamento canino em casamento cristão.

Afinal de contas, não convém jogar aos cães o pão dos filhos.

Você precisa de um casamento humano pra ter um casamento cristão.
 

E como fazer isso?

Primeiro, assistindo ao final da Parte 1 e primeira metade da Parte 2 da aula O simbolismo o coração.

Nela o Gugu dá várias instruções práticas para trilhar esse caminho.

(Instruções essas que você nem imagina. Pode apostar.)

A aula completa já está disponível pra assinantes do ICLS.

http://www.icls.com.br/assinatura

Meydjer Windmüller